Estudantes da rede municipal de Palmas participam de visita educativa ao Museu de Animais Taxidermizados da Unitins

Estudantes do 6º ano da Escola Municipal Antônio Gonçalves de Carvalho Filho, localizada na Arso 131 (1303 Sul), participaram, na última sexta-feira, 13, de uma visita educativa ao Museu de Animais Taxidermizados José Hidasi, na Universidade Estadual do Tocantins (Unitins), em Palmas. A atividade integrou o projeto ‘Desvendando a vida silvestre na cidade: explorando o conhecimento sobre a fauna silvestre do cerrado’, desenvolvido pela Secretaria de Proteção e Bem-Estar Animal de Palmas (Sebem).

Ao todo, 28 estudantes participaram da visita, acompanhados pelos professores das disciplinas de ciências, língua portuguesa e geografia. A atividade faz parte de um projeto educativo da Sebem voltado para estudantes da rede municipal de ensino, para ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade local e incentivar atitudes de respeito e preservação da fauna silvestre.

Durante a visita guiada, os estudantes puderam conhecer o acervo de animais taxidermizados da fauna do Cerrado, além de visitar o herbário e o laboratório de entomologia da universidade. A programação também contou com palestra ministrada por biólogos e médicos-veterinários da Sebem, que abordaram temas como preservação da fauna, cuidados com animais silvestres e a importância desses seres para o equilíbrio ambiental.

Para o professor de geografia, Lucas Beiro da Silva, a experiência foi uma oportunidade de conectar os conteúdos estudados em sala de aula com a realidade observada pelos estudantes. “A visitação ao núcleo de zoologia e taxidermia da Unitins foi o momento de unir teoria e prática. Ao longo das últimas semanas, foram trabalhados conceitos relacionados à paisagem natural, paisagem cultural ou antrópica, e visitar o núcleo permitiu ao longo do percurso que os estudantes pudessem observar as mais diferentes paisagens da cidade de Palmas e, consequentemente, refletir sobre tudo aquilo que a gente viu em sala de aula. É um momento em que os estudantes também podem sair dos muros da escola e dialogar um pouco com o que foi posto em sala de aula”, destacou.

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